Feeds:
Posts
Comments

Manifesto da Nova Educação

Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhum sobreleva em importância e gravidade ao da educação. Nem mesmo os de caráter econômico lhe podem disputar a primazia nos planos de reconstrução nacional. Pois, se a evolução orgânica do sistema cultural de um país depende de suas condições econômicas, é impossível desenvolver as forças econômicas ou de produção, sem o preparo intensivo das forças culturais e o desenvolvimento das aptidões à invenção e à iniciativa que são os fatores fundamentais do acréscimo de riqueza de uma sociedade. No entanto, se depois de 43 anos de regime republicano, se der um balanço ao estado atual da educação pública, no Brasil, se verificará que, dissociadas sempre as reformas econômicas e educacionais, que era indispensável entrelaçar e encadear, dirigindo-as no mesmo sentido, todos os nossos esforços, sem unidade de plano e sem espírito de continuidade, não lograram ainda criar um sistema de organização escolar, à altura das necessidades modernas e das necessidades do país. Tudo fragmentário e desarticulado. A situação atual, criada pela sucessão periódica de reformas parciais e freqüentemente arbitrárias, lançadas sem solidez econômica e sem uma visão global do problema, em todos os seus aspectos, nos deixa antes a impressão desoladora de construções isoladas, algumas já em ruína, outras abandonadas em seus alicerces, e as melhores, ainda não em termos de serem despojadas de seus andaimes…

Clique Aqui para ler o manifesto na íntegra.

Tempo e vida

O relógio da vida recebe corda apenas uma vez e nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros pararão, se cedo ou mais tarde.

Agora é o único tempo que você possui. Viva, ame e trabalhe com vontade. Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento. (Easy Eddie)

A Banca do Distinto (by Billy Blanco)

Não fala com pobre, não dá mão a preto
Não carrega embrulho
Pra que tanta pose, doutor
Pra que esse orgulho
A bruxa que é cega esbarra na gente
E a vida estanca
O enfarte lhe pega, doutor
E acaba essa banca
A vaidade é assim, põe o bobo no alto
E retira a escada
Mas fica por perto esperando sentada
Mais cedo ou mais tarde ele acaba no chão
Mais alto o coqueiro, maior é o tombo do coco afinal
Todo mundo é igual quando a vida termina
Com terra em cima e na horizontal

DOM EDUARDO KOAIK (*) Jornal de Piracicaba – 08.Set.2011

Restrinjo-me à que está aninhada na área da política a ponto de não deixá-la viver sua dignidade. No pensamento do papa Paulo VI “a política é uma maneira exigente… de viver o compromisso cristão, a serviço dos outros”. A corrupção tem seu início quase imperceptível. Seu processo é lento e progressivo, mas só tende a prosperar. Ninguém nasce corrupto e ninguém começa a sê-lo cometendo um crime espetacular. Para chegar a essa situacao há uma lenta preparação interior. Pouco a pouco vai manifestando uma insensibilidade diante dos direitos dos outros. “A corrupção política e administrativa é o aproveitamento do cargo público para satisfação dos interesses pessoais, em geral de natureza pecuniária. Interesse maior em preservar seus privilégios do que promover o bem comum” (Fernando Basto de Ávila, Pequena Enciclopédia da Doutrina Social da Igreja, p. 123). Promover o bem comum é a grande exigência ética com o propósito de vencer em nosso país, as condições degradantes da miséria. A presidente da Republica lançou, recentemente, um plano ambicioso para retirar 16,2 milhões de pessoas da extrema pobreza. Penso que ela chegou a conclusão que se não fizer a chamada ‘faxina’ nos ministérios não irá alcançar esse objetivo a que se propõe: diminuir a perversa desigualdade social. Veio pronta a reação da base governamental no Legislativo em defesa de seus interesses fazendo imeaças à governabilidade.

 

Grave defeito moral é essa corrupção que se alastra no ‘andar de cima’ da nossa sociedade. É fácil descobrir onde ela se esconde pelos seus maus odores e mais difícil identificar seus autores. Triste realidade cujo exemplo tem poder de contaminação sobre ‘o andar de baixo’. Não se pode deixar de deplorar o desvio ético no serviço público enquanto envolve a dilapidação dos recursos direcionados ao bem-estar da população nas áreas da saúde, educação, saneamento básico, habitação, transporte. É de deplorar, também, situação daqueles que deixaram de praticar o que aprenderam na infância, na catequese da primeira comunhão: o sétimo mandamento da Lei de Deus: “Não roubarás”. No Evangelho vemos Jesus Cristo abençoar Zaqueu, chefe dos publicanos, pelo compromisso que assumiu na presença dele, ao visitá-lo em sua casa: “Se defraudei alguém, estou pronto a restituir o quádruplo” (Lc 19,8). Jesus Cristo não excluiu ninguém de tornar-se seu discípulo. Ele nos deixou sua Palavra: “Não são os que tem saúde que precisam de médico, mas sim os enfermos. Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Mc 2,17). Não é fácil encontrar quem se dispõe a seguir o exemplo de Zaqueu: restituir o quádruplo do que roubou. Pelo menos o que se deve exigir dos fraudadores é que o dinheiro desviado volte aos cofres públicos.

Os cofres públicos estão cheios de furos por onde escorre o dinheiro arrecadado dos impostos para as mãos dos insaciáveis. O dia em que esses furos desaparecerem de vez, o governo não necessitará recorrer tão faciltnente ao aumento de impostos, como tern feito. Não faltarão mais recursos para investimentos de mais urgência que tornem nosso país sempre mais sustentável. A sociedade está sempre a queixar-se do desrespeito ao bem comum, não de todos os políticos e administradores da coisa pública, mas daqueles que não distinguem o público do privado, não se conduzem pela ética e colocam como prioridade seus interesses pessoais.

Quem ambiciona tornar-se rico na função pública deveria procurar outro campo de trabalho. O serviço público mais se assemelha ao sacerdócio a quem Jesus Cristo pede muitas renúncias, onde não há lugar para excesso de ambições. Quern não conhece o provérbio popular “a ocasião faz o ladrão”? Conheço pessoas que ocuparam cargos de confiança na vida pública e não fizeram dela oportunidade de enriquecimento. É de se observar: a palavra ‘corruptor’ aplica-se ao delinquente frequentador do ‘andar de cima’ e a palavra ‘ladrão’ ao do ‘andar de baixo’. Será que quem é chamado de corruptor não se reconhece verdadeiro ladrão? Ética e bem comum, enquanto esses valores não forem respeitados, ficaremos a patinar na crise de país emergente.

Li, em algum lugar, não me lembro onde, que a corrupção em nosso país está se alastrando em uma velocidade de fazer inveja a qualquer piloto de Fórmula Um. Não partilho totalmente desta comparação. Considero-a exagerada. Tenho certeza que o bem é mais poderoso que o mal. Acredito que os discípulos de Jesus Cristo têm força de fermento misturado à massa que nela penetra numa ação invisível para transformá-la.

(*) Bispo emérito da Diocese de Piracicaba.



When we were all young, everyone kept telling us that we could be whatever we wanted when we grew up. After all, we lived in America and that was the one place in the whole world where you could achieve your dreams. This was the land of milk and honey. People flocked here for the multitude of opportunities and just being born here virtually guaranteed you a life other countries could only dream of. The way people talked about it, you’d have thought the streets were paved with gold or something.


Now all I hear are reports about how Americans need to be trained for the jobs available in the market. Nobody is, or ever should have been, telling children, “when you grow up, you can be whatever you want.” What they should have said is, “When you grow up, you can get a job in mediocrity if you take out loans to go to school and, after fifty years, maybe you can have a fairly comfortable life if your expectations aren’t too high.”


I’m going to tell my kids that if they want to achieve their dreams they’re going to have to lower the bar or take that bar and use it to fight off everything that wants to steal their dreams away from them. I will teach them to make hard decisions and push them to the brink of insanity so they are hardened and ready for the world.

http://mattposky.wordpress.com/2011/07/21/ghost-dogs-and-the-new-american-job-market/

Older Posts »

Follow

Get every new post delivered to your Inbox.